O macaco-prego Alcebíades, que ganhou repercussão nacional após invadir casas em um condomínio de alto padrão em Salvador (BA), morreu nesta quinta-feira (8/10). O animal pertencia ao ex-deputado estadual e autodeclarado defensor da causa animal Marcell Moraes (PSDB).
A morte foi anunciada pelo próprio ex-parlamentar, que levantou suspeitas de que o primata possa ter sido envenenado, gerando grande comoção e repercussão nos portais de notícias e redes sociais.
Relembre o caso do macaco-prego: invasão e ingestão de substâncias
A fuga do macaco-prego ocorreu na última segunda-feira (5/10), quando o animal escapou e invadiu residências em um condomínio de luxo na capital baiana, assustando moradores e deixando feridos durante o tumulto.
Segundo as investigações iniciais e relatos divulgados após a captura pela Polícia Militar e órgãos competentes, o animal quebrou um boxe de vidro durante a invasão a uma das residências.
Há registros de que o macaco acabou ingerindo substâncias perigosas no local, incluindo bebida alcoólica, álcool 70% e uma cartela de medicamentos. Um dia antes do incidente, o próprio ex-deputado havia publicado nas redes sociais uma foto exibindo ferimentos causados pelo animal.
Suspeita de envenenamento e investigação
Com a confirmação do óbito dias após o resgate e o atendimento especializado, o tutor e aliados levantaram a hipótese de envenenamento associado à exposição às substâncias químicas ingeridas durante a fuga ou a uma possível ação externa.
O caso segue sob atenção para esclarecer as causas exatas da morte do primata, que contava com grande popularidade nas redes sociais.
