PM retira 700 famílias de terreno particular em Carapicuíba

Grupo de cerca de 3 mil pessoas tinha até a última quarta-feira para sair do terreno que pertence à Prefeitura de São Paulo

Processo apontava que cerca de 700 famílias viviam em um terreno particular em Carapicuíba

Processo apontava que cerca de 700 famílias viviam em um terreno particular em Carapicuíba | Reprodução/TV Globo

Na manhã de ontem, a Polícia Militar (PM) de São Paulo, realizou uma reintegração de posse em Carapicuíba, na Grande São Paulo. O local é ocupado por um grupo de cerca de 3 mil sem-tetos que vive em barracos há pelo menos três anos.

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De acordo com o processo, as 700 famílias tinham até a última quarta-feira para deixar o local. O terreno pertence à Prefeitura de São Paulo, que pretende repassar o espaço para a administração de Carapicuíba construir unidades habitacionais.

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A polícia montou uma operação na rua Alterosa, bloqueando outras vias e desviando ônibus que passam pela região da Comunidade do Escadão, como é conhecida a ocupação. O Corpo de Bombeiros foi acionado para conter um incêndio num dos barracos.

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Em nota enviada ao “G1”, a Companhia Metropolitana de Habitação (Cohab-SP) informou que a área em questão foi adquirida na década de 1970. Nesse terreno, foram construídas cerca de 15 mil unidades habitacionais, local conhecido como Complexo Habitacional Presidente Castelo Branco em Carapicuíba. A invasão e ocupação irregular do terreno e da área remanescente desses empreendimentos começou em 2016.

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A companhia ainda informou que também forneceu transporte para as famílias levarem seus pertences os locais indicados por elas, desde que dentro da Grande São Paulo.

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A Prefeitura de Carapicuíba divulgou que deu apoio operacional à reintegração. (GSP)