Os profissionais da saúde que concluírem seus cursos em faculdade beneficiadas ou custeadas com recursos públicos poderão ter que prestar serviços no Sistema Único de Saúde (SUS). A proposta foi enviada ao Senado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores na Saúde (CNTS).
De acordo com a proposta, as universidades deverão passar as informações sobre os alunos e os cursos aos órgãos competentes dos estados, municípios ou governo federal. O texto também determina que o Ministério da Saúde e as secretaria serão os responsáveis por organizar o cadastro e a distribuição das vagas.
A sugestão ainda prevê a jornada de 20 horas por semana e remuneração mínima de pelo menos um salário mínimo. O profissional terá oportunidade de escolha sobre a localização.
De acordo com a confederação, a proposta tem o objetivo de humanizar o atendimento no sistema. O texto ressalta que os alunos de universidades públicas se formam com recursos públicos e o serviço da proposta seria um retorno para a sociedade.
O documento lembra também que os estudantes de universidades públicas se formam com recursos públicos e o serviço previsto seria um retorno para a sociedade. No entanto, a confederação destaca que o serviço não beneficia apenas a sociedade, mas também os profissionais, garantindo o emprego.
*Com informações da Agência Senado
