A ilha de Santorini, na Grécia, enfrenta o quarto dia seguido de terremotos subaquáticos. Mais de 7 mil pessoas já deixaram o arquipélago.
As atividades na ilha, como aulas e obras, foram paralisadas. Qualquer tipo de aglomeração também está proibida até o fim da semana.
As autoridades locais insistem que essas medidas são por precaução. Entre as pessoas que decidiram ficar na ilha, muitos decidiram ficar fora das casas.
Entre os que permaneceram na ilha, muitos optaram por ficar fora de casa. Muitos moradores passam a noite ao relento, em veículos ou abrigos oferecidos pelas autoridades.
Segundo cientistas, grandes tremores atingem Santorini a cada 20 mil anos. Agora, especialistas estimam que a atividade sísmica dure semanas.
Santorini tem o formato de um anel, resultado de uma das maiores erupções da história, há cerca de 3,6 mil anos.
No centro da caldeira, há duas pequenas ilhas vulcânicas, Nea Kameni e Palea Kameni, que continuam ativas.
Sismógrafos detectaram tremores, indicando movimentação do magma. Não é possível prever quando ocorrerá uma nova erupção.
Outro caso
Em 2019, um terremoto de magnitude 5.3 abalou Atenas. Segundo os bombeiros, não houve vítimas.
