O parque aquático Thermas dos Laranjais, em Olímpia, no interior de São Paulo, ficou na quarta posição entre os parques aquáticos mais visitados do mundo em 2024, de acordo com levantamento da Themed Entertainment Association (TEA).
A pesquisa aponta que o complexo recebeu mais de 1,8 milhão de visitantes ao longo do ano, número que colocou o parque à frente de empreendimentos da Disney e da Universal.
Em comparação com 2023, quando foram registrados cerca de 1,9 milhão de visitantes, houve uma queda de 5,3% no público.
Mesmo com a redução, o Thermas dos Laranjais manteve a liderança na América Latina e no Caribe, ocupando a primeira colocação regional, com ampla diferença em relação ao segundo colocado, localizado nas Bahamas.
Em entrevista ao portal G1, o presidente do complexo, Jorge Noronha, afirmou que o resultado reforça a responsabilidade do parque e revelou planos de expansão em Olímpia, incluindo a implantação de um novo parque e o avanço de projetos como o complexo Nações, com foco na ampliação do fluxo turístico e no desenvolvimento sustentável do município.
Destaques brasileiros
Outro destaque do ranking é o Hot Beach, também situado em Olímpia, que aparece na 18ª posição mundial.
Em 2024, o parque recebeu 1,1 milhão de visitantes, crescimento de 5,3% em relação ao ano anterior, quando o público foi de 1,06 milhão. Na classificação da América Latina e Caribe, o Hot Beach ficou em quarto lugar.
Os dados da TEA indicam a expansão dos parques aquáticos no Brasil, com destaque para o interior paulista, que concentra empreendimentos entre os mais frequentados do mundo.
Conhecida como “Orlando brasileira”, Olímpia reúne cerca de 25% dos parques aquáticos mais visitados do planeta, segundo o levantamento.
Verão recorde
De acordo com a prefeitura, a expectativa é de que a cidade receba mais de 1 milhão de turistas durante a alta temporada do verão de 2026.
O relatório da TEA é divulgado anualmente em parceria com as consultorias Entertainment + Culture Advisors (ECA) e The Park Database.
A metodologia considera dados oficiais fornecidos pelos parques, balanços financeiros e informações de geolocalização de dispositivos móveis para estimar a frequência de visitantes.
O estudo também analisa tendências do setor, taxa de ocupação hoteleira e impactos de novos investimentos e eventos sazonais.
