Carteirinha de RG para de ser distribuída em SP

Com a implementação da nova identidade, o brasileiro passa a adotar apenas o CPF como número identificador

Carteira de Identidade Nacional

é possível agendar a mudança para o CIN nos Poupatempos espalhados pela cidade | Agência Gov

O estado de São Paulo começou nesta semana a substituição do Registro Geral (RG) pela Carteira de Identidade Nacional (CIN).

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As pessoas que forem tirar as vias dos documentos de identificação irão receber a nova identidade, que inclui apenas o número do Cadastro de Pessoas Físicas (CPF).

O objetivo da mudança é que cada pessoa tenha apenas um número para diminuir as chances de fraude ao eliminar uma possível duplicidade na identificação do cidadão.

Mudanças

O documento físico apresenta um QR Code, para verificar sua autenticidade e se foi extraviado ou roubado. A versão digital do documento disponível no app GOV.BR, no menu Carteira de Documentos.

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O RG perde a validade apenas em 2032, quando o CIN se torna o único documento válido nacionalmente, segundo a Lei 14.534, de 11 de janeiro de 2023.

Para quem tem RG e CPF, é possível agendar a mudança para o CIN nos Poupatempos espalhados pela cidade.

Carteira de Identidade Nacional

A Carteira de Identidade Nacional segue o disposto na Lei nº 14.534/2023, sancionada pelo presidente Lula (PT), que determina o CPF como número único para identificação do cidadão nos bancos de dados públicos.

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Antes, cada cidadão poderia ter até 27 RGs diferentes, um por unidade da federação. Com a implementação da nova identidade, o brasileiro passa a adotar apenas o CPF como número identificador.

Documentos para emissão

Para emitir o novo documento, o requerente deverá apresentar a certidão de nascimento ou de casamento em formato físico, ou digital. O documento será expedido em papel de segurança ou em cartão de policarbonato (plástico), além do formato digital.

Quanto custa a nova identidade?

A primeira via da CIN e as renovações, em papel e em formato digital pelo aplicativo GOV.BR, são gratuitas, conforme a Lei 7.116/83. A segunda via, porém, é paga e a taxa varia conforme o estado.

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Segundo a SSP de São Paulo, essa taxa é de R$ 53,04.

*Texto sob supervisão de Diogo Mesquita