O homem que matou, carbonizou e jogou o corpo da filha de 18 anos na Avenida 23 de Maio, em São Paulo, foi encontrado morto na penitenciária. Wellington Silva Rosas foi encontrado morto dentro do Centro de Detenção Provisória II de Pinheiros. Ele estava preso há uma semana.
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De acordo com o Brasil Urgente, da “Band”, Wellington e outros presos foram retirados da cela e encaminhados para a enfermaria do Centro de Detenção, para que fossem feitos serviços de reforma no local.
Possível assédio sexual no Centro de Detenção
Após essa remoção, gritos foram ouvidos e ele foi encontrado morto.
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A Polícia Civil investiga o caso, mas a suspeita é que Wellington tenha sido esganado após assediar um dos companheiros de cela.
Ao “G1”, a Secretaria de Segurança Pública (SSP), disse que Wellington morreu depois de ter sido asfixiado por outro preso, de 38 anos.
Ele foi levado para o Pronto Socorro da Lapa, porém não resistiu aos ferimentos. A morte foi provocada por um desentendimento, complementou a Secretaria de Administração Penitenciária (SAP).
Pai confessou ter matado a própria filha em delegacia
Wellington confessou o crime para investigadores da delegacia de homicídios. As investigações apontam que ele teria matado a filha, Rayssa Santos da Silva Rosas, para atingir a mãe dela, após o término do relacionamento entre ele e a esposa.
No depoimento consta que ele atraiu a filha para a sua casa, os dois teriam tido uma discussão e na sequência Wellington esganou a jovem. O crime foi cometido no dia 24 de março.
No dia seguinte a execução, Wellington teria saído do apartamento dele, na Bela Vista, região central, com o corpo de Rayssa dentro de uma caixa de papelão e abandonou o corpo na Avenida 23 de Maio. Ele também ateou fogo no corpo da jovem.
