Metrô vai retirar operadores humanos do monotrilho em SP; entenda mudança

Mudança vem sendo feita de forma gradual e, segundo a companhia, já existe certificação internacional para que o sistema funcione desta forma

A partir do próximo mês, o governo de São Paulo pretende retirar os operadores humanos e os trens do monotrilho da linha 15-prata do Metrô passarão a ser operados de forma remota

A partir do próximo mês, o governo de São Paulo pretende retirar os operadores humanos e os trens do monotrilho da linha 15-prata do Metrô passarão a ser operados de forma remota | Divulgação/Metrô

A partir do próximo mês, o governo de São Paulo pretende retirar os operadores humanos e os trens do monotrilho da linha 15-prata do Metrô passarão a ser operados de forma remota.

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A mudança vem sendo feita de forma gradual e, segundo a companhia, já existe certificação internacional para que o sistema funcione desta forma. A medida é vista com preocupação pelo Sindicato dos Metroviários.

A operação completa dos trens será feita a partir de uma cabine localizada no pátio Oratório, na zona leste de São Paulo. Os trabalhadores do local têm acesso às quatro câmeras de monitoramento instaladas em cada vagão, além de informações técnicas e de circulação de todos os trens do sistema. O texto conta com informações da “Folha de São Paulo”. 

Empresa diz que não haverá demissões 

A empresa diz que não haverá demissões devido à mudança. Hoje, o funcionamento da linha requer 100 operadores de trens. O número passará a 70, e os outros 30 deverão ser remanejados para outras funções ou para alguma das demais linhas operadas pela estatal.