SP ampliará monitoramento de agressores de mulheres para todo o Estado até 2024

Até o momento, 20 infratores receberam tornozeleira eletrônica por decisão da Justiça, depois de serem soltos em audiência de custódia

Em São Paulo, desde o ano passado, os agressores de mulheres podem ser monitorados com o uso de tornozeleira eletrônica ininterruptamente

O projeto começa com 200 tornozeleiras disponibilizadas por meio de parceria entre as Secretarias de Estado da Segurança Pública e da Administração Penitenciária | Divulgação/Secretaria de Comunicação do Estado de São Paulo

O projeto de monitoramento com tornozeleiras de agressores de mulheres deve ser ampliado para todo o Estado de São Paulo até o final de 2024. O anúncio foi feito pelo secretário da Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite, durante um evento em São José do Rio Preto, nesta segunda-feira (25).

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“O monitoramento de criminosos reincidentes em cumprimento de pena em regime aberto será uma realidade em todo o Estado de São Paulo até o final do ano que vem”, informou Derrite. “Nós temos 8 mil tornozeleiras contratadas para a capital paulista e abrimos um edital de licitação para comprar para todo o estado pela Secretaria da Segurança Pública”, ressaltou o secretário.

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O projeto piloto está em execução na capital paulista desde 11 de setembro. Até o momento, 20 infratores receberam tornozeleira eletrônica por decisão da Justiça, depois de serem soltos em audiência de custódia. Um agressor foi detido após descumprir a ordem judicial.

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O anúncio foi feito nesta segunda, durante o evento de comemoração do aniversário de 59 anos do 17º Batalhão de Polícia Militar do Interior (BPM/I).

*Assistente de redação, sob supervisão