Saiba quais são as profissões com os piores salários do Brasil

Há pessoas que optam por escolher a profissão por ser em algo que gostam, mesmo que isso signifique um salário abaixo de outras funções

O salário costuma ser um fator determinante na escolha de carreira quando novas pessoas ingressam no mercado de trabalho.

O salário costuma ser um fator determinante na escolha de carreira quando novas pessoas ingressam no mercado de trabalho. | Yan Krukau/Pexels

No Dia Mundial do Trabalho, ou Dia do Trabalhador, celebrado em 1º de maio, a Gazeta traz uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV) que aponta as profissões com os menores salários do Brasil em 2023.

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O salário costuma ser um fator determinante na escolha de carreira quando novas pessoas ingressam no mercado de trabalho. Muitos buscam as profissões que dão mais dinheiro para seguirem a vida profissional.

Contudo, há pessoas que optam por fazer o que gostam, mesmo que isso signifique um salário abaixo de outras funções. Veja abaixo as funções com as menores remunerações do Brasil.

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Quais são as profissões com os piores salários no Brasil?

No total, os profissionais ligados à área da educação são destaques na pesquisa de remuneração mais baixa, aparecendo em seis das 11 categorias listadas.

Para efeito de comparação, os professores do ensino pré-escolar ganharam, em média, R$ 16.190 a menos do que a profissão de maior salário do Brasil, em 2023.

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Ranking das 10 profissões com os menores salários

  1. Professores do ensino pré-escolar: R$ 2.285;
  2. Outros profissionais de ensino: R$ 2.554;
  3. Outros professores de artes: R$ 2.629;
  4. Físicos e astrônomos: R$ 3.000;
  5. Assistentes sociais: R$ 3.078;
  6. Bibliotecários, documentaristas e afins: R$ 3.135;
  7. Educadores para necessidades especiais: R$ 3.379;
  8. Profissionais de relações públicas: R$ 3.426;
  9. Fonoaudiólogos e logopedistas: R$ 3.485;
  10. Professores do ensino fundamental: R$ 3.554.

Formação em ensino superior aumenta salário

A pesquisa apontou ainda que quem possui o ensino superior completo possui um salário, em média, quatro vezes maior do quem tem “menos de um ano de estudo”, duas vezes e meia mais dos que têm ensino médio incompleto e duas vezes mais dos que quem têm ensino superior incompleto.

Mesmo com o salário para ensino superior completo sendo superior, apenas 23% dos brasileiros têm esse nível de instrução. Há dez anos, o percentual era ainda menor, de 14%.

O estudo usou dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Veja a lista com o salário médio de acordo com o grau de instrução

  • Menos de um ano de estudo: R$ 1.396;
  • Fundamental incompleto: R$ 1.652;
  • Fundamental completo: R$ 1.867;
  • Médio incompleto: R$ 1.716;
  • Médio completo: R$ 2.172;
  • Superior incompleto: R$ 2.793;
  • Superior completo: R$ 5.891.