Quase ninguém percebe, mas muitos prédios escondem o 13º andar nos elevadores

O 13º andar pode até existir no prédio, mas muitas vezes desaparece no painel do elevador

Em vários edifícios, o botão 13 simplesmente não aparece no elevador. A razão envolve uma antiga crença que ainda influencia construções modernas

Em vários edifícios, o botão 13 simplesmente não aparece no elevador. A razão envolve uma antiga crença que ainda influencia construções modernas | (Foto: Freepik)

Você já entrou em um elevador e percebeu que o painel pula do 12 direto para o 14? Apesar de parecer estranho, isso acontece em muitos prédios e hotéis ao redor do mundo, e a explicação está ligada a uma antiga superstição.

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Em vários edifícios, o 13º andar simplesmente não aparece na numeração.

Na prática, ele existe fisicamente, mas o número é omitido para evitar desconforto entre moradores, hóspedes ou visitantes que consideram o 13 um símbolo de azar.

Essa curiosidade arquitetônica mostra como crenças culturais ainda influenciam decisões até em construções modernas.

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Por que o número 13 é evitado?

O medo do número 13 tem até nome: triscaidecafobia. A superstição é antiga e muito presente em países ocidentais.

Em muitos casos, a crença se espalhou ao longo da história e acabou entrando no cotidiano das pessoas.

Algumas explicações comuns para a fama negativa do número incluem:

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  • A ideia de que o 12 representa um número “perfeito“, presente em ciclos como os 12 meses do ano ou os 12 signos do zodíaco;
  • O fato de o 13 quebrar essa sequência considerada equilibrada;
  • Referências históricas e religiosas, como a presença de 13 pessoas na Última Ceia.

Com o tempo, essa associação com azar passou a influenciar decisões em diversas áreas, inclusive no mercado imobiliário.

O que os prédios fazem para evitar o 13º andar

Para não causar desconforto em pessoas supersticiosas, e até evitar dificuldades na venda de imóveis, muitos edifícios adotam soluções simples:

  • Pular diretamente do 12º para o 14º andar
  • Renomear o andar como 12A ou 14A
  • Usar o espaço para áreas técnicas ou administrativas

Em alguns lugares, essa prática é tão comum que já virou padrão.

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Em Nova York, por exemplo, muitos arranha-céus adotam essa estratégia para evitar receios de moradores e visitantes. 

Superstições também mudam de país

Curiosamente, o número considerado azarado varia conforme a cultura.

  • China e Japão: o número 4 costuma ser evitado porque a pronúncia lembra a palavra “morte
  • Itália: algumas pessoas têm receio do 17, que ganhou conotações negativas ao longo da história

Esses exemplos mostram como crenças antigas ainda influenciam pequenos detalhes do dia a dia, até mesmo algo aparentemente simples como os botões de um elevador.