Aprenda a usar hastes de apoio para as raízes aéreas, fazer a limpeza das folhas e escolher o vaso perfeito para o cultivo da costela-de-adão (Foto_ Magnific)
A costela-de-adão é uma das plantas mais populares para cultivar dentro de casa. Conhecida cientificamente como Monstera deliciosa, ela chama atenção pelas folhas grandes e recortadas, que podem ficar ainda mais vistosas com alguns cuidados básicos.
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Embora seja uma planta tropical de fácil manutenção, o cultivo exige atenção à luz, à água e ao espaço disponível para o crescimento das raízes e das folhas. Confira 5 dicas para deixar a planta exuberante.
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Conhecida pelo crescimento rápido e pela folhagem abundante, a dinheiro-em-penca (Pilea nummulariifolia) é uma erva ornamental comum no Brasil. O apelido faz referência às crenças de prosperidade associadas à planta Nativa de Madagascar, a orelha-de-burro (Kalanchoe gastonis-bonnieri) é uma planta suculenta. As folhas grandes, alongadas e dobradas lembram as orelhas do animal que lhe deu fama (Foto: Mokkie/Wikimedia Commons)Originária das florestas do Sudeste Asiático, a flor-morcego (Tacca chantrieri) é uma planta herbácea tropical. Suas flores escuras e os longos filamentos criam um formato muito parecido com um morcego de asas abertas (Foto: geoff mckay/Wikimedia Commons) A sapatinho-de-judia (Thunbergia mysorensis) é uma trepadeira originária da Índia. As flores pendentes apresentam um formato curvo que lembra pequenos sapatos, além de facilitar a polinização por aves (Foto: Vinayaraj/Wikimedia Commons)A flor-cadáver (Amorphophallus titanum) cresce nas florestas de Sumatra, na Indonésia. O nome curioso surgiu por causa do forte cheiro de carne em decomposição liberado durante a floração para atrair insetos (Foto: Tim Rademacher/Wikimedia Commons)A chifre-de-veado (Platycerium bifurcatum) é uma samambaia epífita bastante cultivada em jardins. Suas folhas longas e recortadas lembram os galhos de um cervo, característica que inspirou seu nome popular (Foto: David J. Stang/Wikimedia Commons)O nome Amansa-senhor (ou Guiné) é usado para espécies como Petiveria alliacea e algumas do gênero Erythrina. Bastante conhecida no Brasil, a planta ganhou esse apelido por seu uso tradicional na medicina popular (Foto: Billjones94/Wikimedia Commons)A garra-do-diabo (Harpagophytum procumbens) é uma planta herbácea típica do sul da África. O nome surgiu porque seus frutos desenvolvem ganchos resistentes que se prendem aos animais para espalhar as sementes (Foto: Olga Ernst & Hp.Baumeler/Wikimedia Commons)A coração sangrando (Lamprocapnos spectabilis) é uma planta herbácea encontrada em regiões da Ásia. As flores têm formato de coração e exibem uma pequena gota branca pendente, lembrando uma lágrima (Foto: Vulkano/Wikimedia Commons)Encontrado nas montanhas da Bolívia, o cacto rabo-de-macaco (CCleistocactus colademononis) possui hastes longas cobertas por espinhos macios, formando uma aparência semelhante à cauda de um macaco (Foto: BlueInOrbit/Wikimedia Commons)
1. Iluminação indireta
A costela-de-adão prefere ambientes claros, com bastante luz indireta. O ideal é deixá-la perto de uma janela, desde que os raios solares fortes não atinjam as folhas diretamente.
Em locais escuros, ela também pode demorar mais para formar os recortes característicos nas folhas.
2. Rega moderada
A rega deve ser feita com moderação. Antes de colocar mais água no vaso, toque os primeiros centímetros do substrato e verifique se a terra já começou a secar.
O solo constantemente encharcado pode prejudicar as raízes e causar apodrecimento. Por isso, também é importante usar um vaso com furos no fundo para permitir o escoamento da água.
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3. Substrato drenante
Um substrato leve e aerado favorece o desenvolvimento da costela-de-adão. A mistura pode levar terra vegetal, fibra de coco e perlita para evitar que a água fique acumulada por muito tempo.
Além de facilitar a drenagem, um solo menos compacto permite que as raízes cresçam com mais espaço. Também vale escolher um vaso proporcional ao tamanho da planta.
4. Limpeza e Poda
As folhas podem acumular poeira, principalmente quando a planta fica dentro de casa. A limpeza com um pano úmido ajuda a remover a sujeira e mantém a superfície das folhas livre.
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A poda também é útil para retirar folhas velhas, secas ou danificadas. Esse cuidado deixa a planta com uma aparência mais organizada e evita que partes comprometidas permaneçam no vaso.
5. Uso de hastes
Na natureza, a costela-de-adão cresce apoiada em outras plantas e árvores. Em vasos, uma haste vertical pode reproduzir parte desse suporte.