Item de moda dos anos 1980 voltou com tudo para ‘matar’ as regatas femininas

Peça se reinventou como um item 'coringa' que une praticidade, segurança e o caimento perfeito para diferentes ocasiões

Moda que parecia acabada retornou e mais frequentemente do que nunca, com os bodies sendo usados como peças de looks para o dia a dia

Moda que parecia acabada retornou e mais frequentemente do que nunca, com os bodies sendo usados como peças de looks para o dia a dia | Hakayalex/Freepik

Se você viveu os anos 1980 ou 1990, certamente se lembra das cores vibrantes e do icônico corte “asa delta” que dominava as capas de revistas e as aulas de aeróbica na TV. Além disso, os bodies e maiôs cavados também estavam em alta.

Continua após a publicidade

Nos últimos meses, a moda que parecia acabada retornou e mais frequentemente do que nunca, com os bodies sendo usados como peças de looks para o dia a dia.

Com novos tecidos que não amassam e secam em minutos, essa peça única virou o segredo das brasileiras para manter o look impecável do escritório ao happy hour, sem precisar passar em casa para se trocar.

O segredo do ‘caimento invisível’

A grande vantagem que impulsiona a popularidade do body é sua funcionalidade como uma “segunda pele”. Diferente de blusas comuns, ele se ajusta ao corpo de forma a evitar acúmulos de tecido ou o desconforto de camisas que “desprendem” do cós da calça (faixa que contorna a cintura) ao longo do dia.

Continua após a publicidade

Para o consumidor, isso se traduz em uma sensação de segurança e elegância automática. No aspecto visual, a peça garante um acabamento liso e impecável sob saias, calças de alfaiataria ou jeans de cintura alta.

Versatilidade em três pilares: casual, festa e performance

A versatilidade da peça permite que ela transite por diferentes estilos apenas com a troca de complementos:

  • Casual: prioriza o conforto com tecidos como algodão ou modal, sendo ideal para o uso prolongado;
  • Fashion/Festa: explora transparências, rendas e efeitos metalizados, focando em um visual ousado sem perder a estabilidade do caimento;
  • Fitness: desenvolvido com foco no movimento, utiliza tecidos com compressão, gerenciamento de umidade e alta elasticidade para suportar treinos.

Engenharia por trás da peça: a melhor para cada ocasião

Para que um body realmente entregue desempenho, a escolha do material é o fator decisivo.

Continua após a publicidade

Especialistas apontam que malhas de poliamida com elastano são as mais indicadas para o cotidiano devido ao toque macio e à capacidade de manter a forma original.

Já para o segmento de alta performance (fitness), a engenharia da peça exige detalhes técnicos como costuras flatlock (planas) para evitar atrito com a pele e painéis estratégicos que permitem o pleno movimento.

Além da fibra, elementos como reforços no cós, forros bem posicionados e fechos discretos são o que diferenciam um produto de alta durabilidade de um item comum.

Continua após a publicidade
No aspecto visual, a peça garante um acabamento liso e impecável sob saias, calças de alfaiataria ou jeans de cintura alta – (Reprodução/YouTube)

Oportunidade estratégica na moda

Além de beneficiar quem usa, o body surge também como uma oportunidade de negócio para produtores de moda, tendo um custo de desenvolvimento considerado mais baixo do que outras peças.

A linha de roupas especialista no tema, JD June, foi uma a investir nestes produtos.

Muito versátil, os modelos que forem capazes de oferecer um bom gerenciamento de suor e compressão devem levar vantagem para elevar a experiência do consumidor final.