Um vigilante haitiano, de 37 anos, morreu após ser baleado na madrugada desta segunda-feira (20/4) em um canteiro de obras no Aeroporto de Congonhas.
O crime ocorreu durante uma obra de ampliação do aeroporto, na Praça Comandante Linneu Gomes. A vítima chegou a ser socorrida pela concessionária responsável e levada à UPA Jabaquara, mas não resistiu aos ferimentos e morreu na unidade de saúde.
O caso é investigado como homicídio pela 2ª Delegacia de Atendimento ao Turista (Deatur).
O celular e um crachá da vítima foram apreendidos, e exames periciais foram solicitados ao Instituto de Criminalística e ao Instituto Médico Legal (IML).
De acordo com a Aena, concessionária que administra o aeroporto, o vigilante realizava a segurança patrimonial em uma área afastada do terminal de passageiros quando foi atingido.
“As equipes de emergência do aeroporto e a Polícia Civil foram acionadas e prestaram imediatamente os primeiros socorros. A vítima foi encaminhada ao hospital, mas, infelizmente, não resistiu. A Aena presta as mais sinceras condolências à família e está à disposição das autoridades para auxiliar nas investigações do caso”, informou a empresa, em nota.
A reportagem da Gazeta também procurou a Secretaria Estadual da Segurança Pública de São Paulo (SSP) para comentar as investigações do caso.
A pasta pontuou que a vítima foi encontrada ferida por disparo de arma de fogo e que exames foram requisitados para identificar a autoria do crime. Confira nota na íntegra abaixo:
“A 2ª Delegacia de Atendimento ao Turista (DEATUR) investiga o homicídio de um vigilante, de 37 anos, ocorrido na madrugada desta segunda-feira (20), em uma obra de ampliação do Aeroporto de Congonhas, na Praça Comandante Linneu Gomes, na zona sul da capital. A vítima foi encontrada ferida por disparo de arma de fogo, socorrida pela concessionária aeroportuária e levada à UPA Jabaquara, mas não resistiu. O celular e um crachá foram apreendidos. Foram requisitados exames ao IC e ao IML e demais diligências seguem em andamento para a identificação da autoria do crime e o completo esclarecimento dos fatos”.
Outra investigação
Ainda em São Paulo, a Polícia Civil também investiga uma quadrilha que comanda uma ação violenta chamada “gangue do quebra-vidro”.
