Candidatos ao Senado por São Paulo disputam duas vagas nas Eleições 2026, marcadas para 4 de outubro. A votação ocorre em todo o estado e segue as regras definidas pela Justiça Eleitoral. O eleitor paulista terá duas escolhas para o cargo durante a votação.
Candidatos ao Senado por São Paulo em 2026
A lista reúne 15 nomes que disputam as duas cadeiras destinadas a São Paulo. Os candidatos pertencem a diferentes partidos e apresentam trajetórias variadas na política, na educação, no setor empresarial e em movimentos sociais.
A relação considera os registros divulgados pela Justiça Eleitoral. O eleitor pode consultar informações oficiais sobre candidatura, partido, número, ocupação e situação do registro no DivulgaCandContas do TSE.
Veja nome, partido e número dos concorrentes
- André do Prado (PL) — 222: deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo.
- Dra. Eliana Ferreira (PSTU) — 161: advogada e assessora jurídica ligada à área da educação.
- Ednelson Cesaretti (PCO) — 290: professor da rede pública municipal de São Paulo.
- Geraldo Rufino (Podemos) — 200: empresário, escritor e palestrante.
- Guilherme Derrite (PP) — 111: deputado federal e ex-secretário da Segurança Pública de São Paulo.
- Guto Schiavetto (Missão) — 144: integrante do Movimento Brasil Livre em Limeira.
- Maíra de Souza (UP) — 808: professora da rede pública de ensino.
- Marcio Alves (UP) — 800: integrante de movimentos sociais desde 2008.
- Marina Silva (Rede) — 180: ex-ministra do Meio Ambiente, ex-senadora e ex-deputada.
- Petter Maahs (PCB) — 211: professor, pedagogo e diretor de escola municipal em Cubatão.
- Ricardo Salles (Novo) — 300: deputado federal e ex-ministro do Meio Ambiente.
- Simone Tebet (PSB) — 400: ex-ministra do Planejamento e Orçamento, ex-senadora e ex-governadora interina do Mato Grosso do Sul.
- Soninha Francine (Cidadania) — 232: jornalista, comunicadora e ex-vereadora de São Paulo.
- Weller Gonçalves (PSTU) — 160: presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e Região.
- William Teixeira (Agir) — 360: profissional de relações públicas e ex-candidato a vereador em Santana de Parnaíba.
Como funciona a eleição para senador
Em 2026, cada estado elegerá dois senadores. A disputa utiliza o sistema majoritário simples. Assim, os dois candidatos mais votados em cada unidade da Federação serão eleitos.
O mandato de senador dura oito anos. Além de participar da criação e análise de leis, o parlamentar exerce funções específicas no Senado Federal.
Entre essas atribuições estão fiscalizar o Poder Executivo e participar de Comissões Parlamentares de Inquérito. O Senado também analisa indicações para cargos como ministros de tribunais superiores, procurador-geral da República e embaixadores.
Eleitor terá dois votos para o Senado
O eleitor paulista precisará escolher dois nomes diferentes para o Senado. Na urna, os votos para senador aparecem depois das escolhas para deputado federal e deputado estadual.
O TSE informa que cada voto para senador será feito com três dígitos. A ordem também inclui governador e presidente da República.
A votação do primeiro turno ocorre em 4 de outubro de 2026, conforme o calendário oficial do Tribunal Superior Eleitoral.
Antes de votar, o eleitor pode consultar os dados dos candidatos ao Senado por São Paulo no sistema oficial da Justiça Eleitoral. A ferramenta também permite verificar informações relacionadas ao registro de cada candidatura.
