Diante dos episódios recentes de falta de luz na Grande São Paulo, a Justiça Eleitoral e a Enel montaram um plano de contingência para evitar que a oscilação na rede elétrica interrompa a votação.
A estratégia mapeou antecipadamente os bairros da periferia com maior histórico de desabastecimento para priorizar o envio de equipes e equipamentos caso ocorra algum pico de energia.
Na prática, a queda de luz no bairro não paralisa a votação de imediato. As urnas eletrônicas contam com baterias internas capazes de manter o aparelho ligado por até 10 horas fora da tomada, sem risco de perda dos votos computados.
Para os casos em que a interrupção da energia se prolongue, o esquema prevê:
- Geradores de prontidão: unidades móveis serão enviadas diretamente às escolas e locais de votação afetados.
- Técnicos de plantão: caminhões da concessionária ficarão posicionados em pontos estratégicos para acelerar os reparos na rede externa.
- Troca de equipamentos: se a urna apresentar falha técnica, o cartório eleitoral faz a substituição por um aparelho reserva, transferindo os dados já registrados de forma auditável.
- Linha direta: juízes eleitorais terão um canal exclusivo com a central da Enel para agilizar os chamados do dia.
Se a energia cair enquanto o eleitor estiver na fila, a orientação do TRE-SP é permanecer no local. O atendimento segue o fluxo normal até as 17h, garantindo a entrega de senhas a quem já estiver no prédio no momento do encerramento.
