Eleito o melhor destino internacional de 2026 pela Forbes Travel Awards, o Chile é queridinho dos brasileiros, que aproveitam a combinação de paisagens naturais e custo relativamente acessível para visitar o país.
Em março de 2026, as passagens de ida e volta ligando São Paulo a Santiago, em voos diretos com duração de quatro horas, apresentam média de preço entre R$ 1.100 e R$ 1.700, conforme dados de agências online e do Google Flights.
Embora a capital seja o ponto de entrada, o Deserto do Atacama e a Patagônia reúnem a maior parte dos atrativos e despesas.
Segundo operadoras de turismo, os valores dos passeios oscilam de acordo com a localidade e o tempo de duração.
No Atacama, as excursões em 2026 custam entre R$ 200 e R$ 500 por pessoa, englobando locais como as lagoas altiplânicas e o Vale da Lua.
O orçamento também é influenciado pelas entradas nos parques: o acesso ao Vale da Lua custa cerca de CLP 10.800 (R$ 60), enquanto os Gêiseres del Tatio saem por CLP 15.000 (R$ 80).
No sul, o ingresso para o Parque Nacional Torres del Paine parte de CLP 14.000 (R$ 75), e tours guiados de dia inteiro podem ultrapassar CLP 62.500 (R$ 350), variando conforme o grupo.
Pacotes que somam transporte e passeios no Atacama iniciam em R$ 1.199 (três dias), atingindo mais de R$ 6 mil em roteiros que incluem Santiago.
Esse cenário positivo é reforçado pelo Tripadvisor Travelers’ Choice Awards 2026, que incluiu Santiago entre os melhores destinos globais para quem viaja sozinho e San Pedro de Atacama como um dos principais da América do Sul.
Com logística acessível, variedade de roteiros e preços inferiores a outros destinos internacionais, o Chile se firma como uma escolha prioritária para brasileiros em 2026.
