Fachin será o primeiro a votar no STF em sessão decisiva sobre o caso Moraes e ministros analisam próximos passos da investigação

Entenda o rito previsto para esta terça-feira, os questionamentos sobre o relatório da PF e as possíveis decisões da Corte

Luiz Edson Fachin votou a favor da prisão /Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A sessão será transmitida ao vivo pela TV Justiça, pela Rádio Justiça e pelo canal oficial do STF no YouTube. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Fachin será o primeiro a votar no STF nesta terça-feira (15/9), durante a sessão extraordinária que analisa a Petição 16.662, em Brasília. O encontro começa às 10h e segue rito definido para o julgamento, com análise do relatório e das questões processuais relacionadas ao caso.

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Fachin abre a votação no plenário

O ministro Edson Fachin ocupa a Presidência do STF e também assumiu a relatoria da Petição 16.662. O processo trata de uma investigação penal envolvendo elementos produzidos pela Polícia Federal.

O processo entrou no calendário do plenário para esta terça, conforme registro oficial do Supremo. A pauta prevê julgamento presencial pelo Tribunal Pleno.

Antes dos votos, Fachin apresenta o relatório. Nessa etapa, o ministro resume os principais pontos do processo e delimita as questões que serão analisadas pelos demais integrantes da Corte.

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O procedimento segue as regras do Regimento Interno do STF. O documento estabelece normas para a tramitação e o julgamento dos processos no tribunal.

Como será a ordem dos votos

Depois da apresentação do relatório, as partes habilitadas podem fazer manifestações. A Procuradoria-Geral da República também terá espaço para apresentar sua posição durante a sessão.

Na sequência, Fachin apresenta o próprio voto. Depois, os demais ministros votam conforme a ordem estabelecida para o julgamento.

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Em julgamentos do plenário, o relator costuma iniciar a votação. O próprio STF explica que o relator tem entre suas funções ordenar e dirigir o processo.

A composição do colegiado pode influenciar o resultado. Isso ocorre porque o processo envolve questionamentos sobre a participação de ministros na análise dos fatos.

O que o STF pode analisar

Um dos pontos em discussão envolve a validade do relatório elaborado pela Polícia Federal. A Procuradoria-Geral da República questionou a forma como a apuração foi conduzida.

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A análise pode definir se os elementos reunidos no documento podem continuar sendo considerados no processo. Caso o plenário entenda que houve irregularidades, o relatório poderá ser afastado.

Outro ponto envolve a possibilidade de abertura de uma investigação contra Alexandre de Moraes. O STF poderá avaliar se existem elementos suficientes para justificar o avanço da apuração.

O processo oficial classifica a Petição 16.662 como matéria de investigação penal. O registro também identifica a Polícia Federal como autoridade policial no caso.

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Fachin também define o resultado da sessão

Após a apresentação dos votos, o presidente do STF proclama o resultado. A decisão será registrada nos autos do processo e poderá definir os próximos passos da apuração.

O próprio tribunal convocou a sessão extraordinária de 15 de setembro, às 10h. A decisão foi tomada pela Presidência e consta nos registros oficiais do STF.

A sessão ocorre de forma presencial no plenário da Corte. O acesso ao espaço físico foi limitado a pessoas previamente credenciadas pelo Supremo.

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Assim, a atuação de Fachin será central para o andamento dos trabalhos. Ele apresenta o relatório, manifesta seu voto e conduz a etapa final até a proclamação do resultado.