Os contratos emergenciais com as empresas de ônibus que atuam na capital paulista foram prorrogados por um ano pela Prefeitura de São Paulo. A renovação ocorreu nos contratos com as empresas que fazem o subsistema estrutural, linhas que atendem a região central com ônibus de grande porte e ocorreu após o Tribunal de Contas do Município (TCM) barrar o novo edital de ônibus. Os auditores do TCM apontaram 51 irregularidades, 2 a mais do que foram apontadas no edital da gestão de Fernando Haddad (PT). Doria não deu continuidade ao edital da gestão anterior.
Agora a administração municipal vai responder questionamentos do tribunal e espera que o TCM libere a concessão.
Os contratos com as empresas de ônibus foram assinados em 2003, na gestão da ex-prefeita Marta Suplicy (PT) e tinham validade de dez anos. Desde 2013 eles vêm sendo renovados com aditivos.
Em 2015, data do último edital da licitação das linhas de ônibus lançado, o TCM barrou a abertura dos envelopes. O tribunal listou, em novembro daquele ano, 50 “infringências, impropriedade e irregularidades” para a suspensão. Já em julho de 2017, o tribunal liberou o edital, desde que a Prefeitura publicasse novamente corrigindo os 14 apontamentos do TCM.
Contrato de empresas de ônibus de São Paulo é prorrogado
A renovação ocorreu nos contratos com as empresas que fazem o subsistema estrutural, linhas que atendem a região central com ônibus de grande porte Da Reportagem De São Paulo