Pais foram mortos por asfixia e filho por martelada na cabeça em Itaquaquecetuba, aponta IML

O IML de Itaquaquecetuba divulgou que o casal de bolivianos encontrado morto no dia 9 foi asfixiado e o filho morreu por traumatismo craniano, após levar marteladas. Da Reportagem

O IML de Itaquaquecetuba divulgou que o casal de bolivianos foi asfixiado e o filho morreu por traumatismo craniano.

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O laudo do exame necroscópico nos corpos da família que foi encontrada mutilada dentro de malas em Itaquaquecetuba foi divulgado na tarde de terça-feira.

O principal suspeito, Gustavo Vargas Arias, cunhado da mulher assassinada, está foragido e é procurado pela Interpol.

Outros dois suspeitos pelo crime foram presos. O caso ainda é investigado.

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O documento mostra ainda que a separação dos corpos em duas partes, na altura do abdômen, ocorreu quando as três vítimas já estavam mortas.

Ainda de acordo com o laudo, o corpo de Irma Morante Sanizo, de 38 anos, apresentava hematomas no pescoço e fratura no osso hioide, que fica abaixo do maxilar. Com isso, o legista concluiu que a morte foi por asfixia mecânica.

A causa da morte de Jesus Reynaldo Condori, de 39 anos, foi a mesma da esposa porque ele tinha hematomas no pescoço, mas uma fratura na parte direita da cabeça, produzida por um martelo, também contribuiu para o óbito, segundo o laudo.

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Já o corpo do filho do casal, Gian Abner Morante Condori, de 8 anos, não tinha hematomas no tórax e pescoço que pudessem indicar asfixia. O crânio da criança apresentava lesões na parte esquerda provocadas por um martelo.

O legista apontou que a causa da morte foi traumatismo cranioencefálico.

Caso

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Os corpos dos três bolivianos mortos e esquartejados que foram encontrados no dia 9 de janeiro estavam enrolados em sete camadas de plástico e separados em três malas grandes, uma caixa e dois pacotes.

A família estava desaparecida desde 23 de dezembro.

A Polícia Federal no Brasil já estava investigando o desaparecimento depois de ter sido comunicada por parentes que moram na Bolívia.