Conheça Visby, a impressionante cidade medieval das ‘rosas e ruínas’ na Suécia

Patrimônio da Unesco, Visby ficou conhecida como cidade das ‘rosas e ruínas’ por causa dos seus jardins e arquitetura medieval preservada

Cidade medieval de Visby, na ilha de Gotland, preserva muralhas históricas, ruínas de igrejas e ruas de pedra na Suécia (Foto: Arild Vågen/Wikimedia Commons)

Cidade medieval de Visby, na ilha de Gotland, preserva muralhas históricas, ruínas de igrejas e ruas de pedra na Suécia (Foto: Arild Vågen/Wikimedia Commons)

A Suécia estreia na Copa do Mundo da Fifa de 2026 contra a Tunísia neste domingo (14/6). Esta será a 13ª participação do país no torneio.

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Além da tradição no futebol, a Suécia também chama atenção por uma curiosidade geográfica. O país possui o maior número de ilhas do mundo, com cerca de 267 mil territórios.

Entre elas está Gotland, no Mar Báltico, onde fica Visby. Cercada por muralhas e ruas de pedra, a cidade é conhecida pela arquitetura medieval conservada até hoje.

7 fotos para conhecer a icônica cidade de Visby, na Suécia

Segundo a Unesco, Visby entrou para a lista de Patrimônios Mundiais em 1995 por refletir “com notável fidelidade sua forma e função essencialmente do final do século 13”.

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Conhecida como “Cidade das rosas e ruínas”, Visby tem jardins floridos, igrejas destruídas pelo tempo e construções de pedra erguidas ainda na Idade Média.

História da cidade

A história de Visby começou na Era Viking, quando a ilha se tornou um importante centro de comércio no Mar Báltico. Mais tarde, mercadores alemães passaram a ocupar a região.

Durante a Liga Hanseática, a cidade virou uma das principais rotas comerciais do norte europeu e recebeu o apelido de regina maris, expressão em latim para “rainha do mar”.

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A prosperidade da época levou à construção da Ringmuren, muralha medieval erguida entre os séculos 12 e 13, com cerca de 3,5 quilômetros e mais de 30 torres.

A preservação das estruturas históricas aconteceu porque Visby perdeu importância econômica após a Idade Média, o que impediu grandes reformas urbanas.

O que tem para fazer em Visby

A muralha medieval é o principal cartão-postal da cidade. Construída para proteger Visby de invasões e disputas comerciais, ela continua cercando o centro histórico e pode ser percorrida a pé.

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Outro destaque é a Catedral de Santa Maria, inaugurada em 1225. O templo era frequentado por comerciantes alemães e ainda conserva detalhes medievais originais.

As ruínas das antigas igrejas também chamam atenção. Muitas delas foram destruídas durante conflitos e incêndios ocorridos na Idade Média. A antiga igreja de São Nicolau virou espaço para concertos e eventos culturais.

Já o Jardim Botânico atrai visitantes pelas rosas espalhadas entre árvores e espécies incomuns para a região.

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O clima relativamente ameno da ilha favorece o cultivo de plantas como figueiras e nogueiras.

Brasileiros precisam de visto?

Brasileiros não precisam de visto tradicional para entrar na Suécia em viagens de turismo com duração de até 90 dias. A regra vale para estadias dentro do Espaço Schengen.

Segundo o ETIAS, porém, turistas brasileiros devem solicitar a autorização eletrônica obrigatória para entrada em países europeus.

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Quanto custa ir e ficar em Visby

As passagens aéreas de ida e volta saindo do Brasil para agosto de 2026 ficam a partir de R$ 7 mil, segundo levantamento no Google Travel.

O período é considerado alta temporada na Suécia por causa do clima mais quente e dos festivais históricos.

De acordo com a plataforma Tripbase, um viajante muito econômico gasta cerca de US$ 80 (cerca de R$ 403,81) por dia em Visby. O valor inclui alimentação, hospedagem e transporte.

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Já um roteiro intermediário pode custar aproximadamente US$ 180 diários (cerca R$ 908,76). Viagens de luxo ultrapassam US$ 380 por dia (em torno de R$ 1.920,00), especialmente durante o verão europeu.