Instituto diz não saber se pode ajudar Lito Sousa, mas afirma que irá analisar opções disponíveis

Broad Institute divulgou comunicado nas redes sociais para falar sobre o caso do piloto e influenciador brasileiro

Lito Sousa

Lito Sousa recebeu o diagnóstico de doença de Creutzfeldt-Jakob /Reprodução

O piloto de avião e um dos principais influenciadores digitais sobre a aviação mundial, Lito Sousa, recebeu uma nova notícia nesta terça-feira (25/8) sobre um dos institutos que poderá auxiliá-lo na busca de um tratamento contra a doença de Creutzfeldt-Jakob.

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Em publicação divulgada nas redes sociais, o Broad Institute afirmou que está em contato com a equipe de Lito para ajudar a avaliar as opções disponíveis, após receber mensagens sobre o caso do brasileiro.

“Obrigado a todos que entraram em contato para demonstrar apoio a Lito Sousa. Estamos em contato com a equipe dele para ajudar a avaliar as opções disponíveis”, escreveu o instituto em uma publicação no Instagram.

“Dezenas de milhares de pessoas demonstraram carinho e preocupação com o Lito. Não sabemos se poderemos ajudar, mas vamos tentar”, completou a publicação.

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Sobre o Broad Institute

O Broad Institute (ou Instituto Broad) é um importante centro de pesquisa biomédica e genômica sem fins lucrativos localizado em Cambridge, Massachusetts, Estados Unidos.

O instituto foi fundado em 2004 por meio de uma colaboração entre o MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), a Universidade de Harvard e hospitais associados a Harvard.

Segundo a própria empresa, seu objetivo é de investigar as causas fundamentais de doenças humanas (tanto genéticas quanto comuns ou raras) e acelerar o desenvolvimento de novas terapias e tratamentos médicos.

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Doença de Lito ainda não tem cura

A doença de Creutzfeldt-Jakob pertence ao grupo das doenças priônicas. Ela provoca alterações progressivas no cérebro e pode causar problemas de memória, movimentos, coordenação e outras funções neurológicas.

Segundo a Harvard Health Publishing, a doença é rara e fatal. Cerca de 90% das pessoas com a condição morrem dentro de um ano após o diagnóstico.

O Ministério da Saúde também classifica a Creutzfeldt-Jakob como uma doença neurodegenerativa progressiva e fatal. O diagnóstico considera sinais clínicos, exames e histórico do paciente.