A cidade de Itu, no interior de São Paulo, está prestes a se tornar o epicentro de um dos projetos turísticos mais ambiciosos da América Latina.
O Cacau Park, idealizado pela Cacau Show, não é apenas um parque de diversões, mas um complexo de uso misto com investimento de R$ 2 bilhões e a promessa de movimentar a economia regional em escalas monumentais.
Um gigante inspirado no modelo americano
Com uma área total de 950 mil metros quadrados, o empreendimento impressiona pelos números: será 11 vezes maior que o antigo Playcenter paulistano e quase o dobro do tamanho do Hershey Park, na Pensilvânia, sua principal inspiração internacional.
A ideia é mesclar atrações de última geração com a própria história do chocolate, permitindo que o visitante conheça desde a colheita do fruto até a fabricação final da barra.
Adrenalina e inovação
Para os entusiastas de fortes emoções, o destaque será a montanha-russa principal. Fabricada pela Vekoma — fornecedora de gigantes como Disney e Universal — a atração terá 55 metros de altura e atingirá 120 km/h em apenas cinco segundos.
Com 1 km de percurso, ela já nasce com o título de maior e mais rápida da América Latina.
Maior pêndulo 360° do mundo
“Typhoon 360” entrou em fase de testes nas últimas semanasOutra atração do parque é o maior pêndulo 360° do mundo. Batizado de “Typhoon 360”, o brinquedo entrou em fase de testes nas últimas semanas e rapidamente viralizou nas redes sociais após vídeos divulgados pela própria Cacau Show mostrarem a estrutura em funcionamento pela primeira vez.
Estratégia de marketing: o “Bilhete Dourado”
Revivendo a mística da “Fantástica Fábrica de Chocolate”, a marca lançou em maio de 2026 uma campanha nacional com a linha de tabletes Dreams.
Foram escondidos 100 bilhetes dourados em meio a um milhão de barras; os sortudos terão o privilégio de visitar o complexo em construção e inaugurar a montanha-russa antes da abertura oficial, prevista para 2027.
Impacto econômico e social
O CEO da companhia, Alê Costa, projeta que o Cacau Park gere um impacto econômico de R$ 35 bilhões em dez anos para a região.
Durante a fase de construção, estima-se o emprego de 2,8 mil pessoas, saltando para 9 mil postos de trabalho (diretos e indiretos) quando o complexo estiver em plena operação.
Além dos mais de 50 brinquedos, o espaço contará com hotéis, arenas esportivas, centros de convenções e até áreas residenciais, consolidando o Brasil como uma potência no setor de parques temáticos.
O projeto é um desdobramento natural dos investimentos recentes da empresa, que já inclui a compra do Grupo Playcenter e a gestão de resorts de luxo.







