O Parque Monte Laojun, localizado em Luoyang, na província de Henan, no centro da China, preencheu em tempo recorde uma das vagas de emprego mais cobiçadas do ano: a de “observador de nuvens”.
O profissional contratado terá como principal missão viver no cume da montanha por um mês e registrar a impressionante névoa da região em troca de um pagamento de 60.000 yuans (cerca de R$ 45 mil).
Anunciada na última semana, a oportunidade gerou enorme repercussão global e atraiu mais de 3.500 candidatos disputando o cargo.
Uma rotina no topo do mundo durante o ápice da paisagem no parque
O selecionado permanecerá instalado no ponto mais alto da formação rochosa até 15 de agosto.
Este período do ano foi escolhido a dedo pelos administradores por ser o momento exato em que o espetáculo visual das nuvens e da névoa fica mais denso e impressionante.
A função é simples no papel, mas exige dedicação contínua: o novo colaborador deverá filmar e compartilhar vídeos diários da paisagem nas redes sociais.
Isto ajudará a promover o turismo e a beleza natural do parque chinês para o mundo.
Como funciona o trabalho de um observador de nuvens na China?
O cargo de observador de nuvens na China exige que o contratado resida temporariamente no pico do Monte Laojun.
Para isso, enfrentará as condições do topo da montanha para capturar imagens em alta resolução do mar de nuvens que cobre o vale.
Além da produção diária de conteúdo em vídeo, a rotina envolve monitorar as mudanças climáticas locais para registrar os melhores ângulos da névoa flutuante.
Em contrapartida, o parque oferece infraestrutura completa de alojamento e o gordo cachê equivalente a R$ 45 mil por 30 dias de atuação.
