Três PMs são presos acusados de atuarem como seguranças para o PCC

Operação investiga segurança clandestina para dono da Transwolff; ação da SSP-SP também cumpriu mandados na Câmara Municipal

Tanto a Transwoloff quanto a UpBus foram alvos da ação, deflagrada pelo Ministério Público de São Paulo, por suspeita de lavagem de dinheiro e favorecimento à facção criminosa

Tanto a Transwoloff quanto a UpBus foram alvos da ação, deflagrada pelo Ministério Público de São Paulo, por suspeita de lavagem de dinheiro e favorecimento à facção criminosa | Foto/Divulgação

A Secretaria de Segurança Pública prendeu, em operação da corregedoria da Polícia Militar (PM) de São Paulo, três policiais militares suspeitos de fazer a segurança do dono da empresa de ônibus Transwolff, apontado como integrante do PCC.

Segundo informações apuradas pela CBN, um dos detidos é um ex-ajudante de ordens do ex-presindete da Câmara de Vereadores de São Paulo.  

Além das prisões, foram cumpridos 16 mandados de busca e apreensão. Os agentes apreenderam R$ 1 milhão na casa de um dos policiais. A secretaria não divulgou o nome dos detidos.

Operação Fim da Linha

Os pedidos de prisão foram resultados da Operação Fim da Linha, de 2024. Tanto a Transwoloff quanto a UpBus foram alvos da ação, deflagrada pelo Ministério Público de São Paulo, por suspeita de lavagem de dinheiro e favorecimento à facção criminosa.

Além disso, o secretário da Segurança Pública de São Paulo, Osvaldo Nico Gonçalves, confirmou que a operação envolveu a Câmara Municipal.

Entretanto, Gonçalves alegou que a movimentação já estava mais tranquila, e as viaturas retornaram à base, por se tratar de uma ação da Corregedoria da PM.

A equipe da Gazeta entroum em contato com a Câmara Municipal e espera um posicionamento sobre o caso. Esse texto será atualizado assim que novas informações forem divulgadas.