A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) confirmou que a pistola 9mm apreendida com um sargento do Exército nesta terça-feira (17/6) em Taguatinga, no Distrito Federal, seria levada para conserto.
Segundo a defesa, o ex-mandatário, que cumpre pena em prisão domiciliar em Brasília, constatou que o acionamento de ferrolho da arma não estava funcionando. Ele, então, entregou a arma para o sargento do Exército para verificar o que estava acontecendo.
Ainda conforme a defesa, a entrega do armamento da marca Glock teve por única finalidade buscar auxílio na identificação da falha e a realização de manutenção.
A pistola foi apreendida durante uma blitz da Polícia Militar do Distrito Federal em Taguatinga. O sargento estava em um veículo oficial da Presidência da República.
O que aconteceu
Os agentes encontraram a arma no assoalho do carro. Questionado sobre o registro da pistola, o sargento afirmou que o documento estava em sua carteira funcional.
Ao verificá-la, os policiais viram que não havia certificação da arma. Então o militar alegou que a pistola pertencia ao ex-presidente. O sargento foi levado à 21ª Delegacia para prestar esclarecimentos.
