Anvisa libera fábrica da Ypê e autoriza venda de produtos fabricados desde abril

Agência autorizou a retomada das atividades da unidade de Amparo após nova inspeção e correção de irregularidades apontadas em fiscalizações anteriores

Detergentes Ypê (Foto: Divulgação)

Produtos da Ypê fabricados desde abril são liberados pela Anvisa / Divulgação

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou a retomada das atividades da fábrica da Ypê em Amparo, no interior de São Paulo.

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A decisão foi anunciada nesta sexta-feira (29/5), após uma nova inspeção realizada por técnicos da Anvisa e de órgãos de vigilância sanitária do estado e do município.

Segundo a agência, a empresa adotou medidas para corrigir falhas identificadas durante fiscalizações anteriores. Com isso, a unidade voltou a ser considerada apta para operar.

Produtos feitos a partir de abril foram liberados

A Anvisa também liberou a comercialização de produtos fabricados a partir de 1º de abril de 2026.

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A autorização vale para detergentes lava-louças líquidos, lava-roupas líquidos e desinfetantes produzidos na unidade de Amparo com lotes terminados em “1”.

De acordo com a agência, as correções implementadas pela empresa reduziram os riscos sanitários apontados durante as inspeções.

A Anvisa informou que os produtos liberados atendem às condições exigidas para voltar ao mercado.

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Parte dos lotes continua suspensa

Nem todos os produtos foram liberados.

A restrição continua valendo para itens fabricados antes de 1º de abril e para lotes que ainda passam por análise.

Esses produtos permanecem proibidos para venda e distribuição até que novas avaliações sejam concluídas.

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Segundo a Anvisa, a liberação dos lotes restantes dependerá da apresentação de laudos técnicos que comprovem a segurança dos produtos.

Entenda o caso

A Ypê entrou na mira da Anvisa em maio deste ano.

Na ocasião, a agência suspendeu a fabricação e determinou o recolhimento de mais de 100 lotes de detergentes, lava-roupas líquidos e desinfetantes.

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A medida foi tomada após a identificação de falhas consideradas graves nos processos de produção e controle de qualidade da fábrica.

Durante as fiscalizações, os técnicos encontraram problemas relacionados à garantia da qualidade e ao monitoramento dos processos industriais.

A empresa apresentou um plano de adequação para atender às exigências feitas pela Anvisa.

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Segundo a agência, foram apontadas 76 ações corretivas necessárias para a regularização da unidade.

Após verificar a implementação das principais medidas, a Anvisa decidiu autorizar a retomada das atividades.

Mesmo com a liberação, o órgão informou que continuará acompanhando o cumprimento das exigências e monitorando a produção da empresa.