Bienal do Livro notifica Editora Fruto Proibido após homem com máscara do Ghostface, do Pânico, beijar jovens em estande

Casos ocorreram na sexta-feira (4/9 e domingo (6/9) e as imagens viralizaram nas redes sociais

Ghostface é um personagem do filme "Pânico" / Reprodução

Ghostface é um personagem do filme "Pânico" / Reprodução

A Bienal do Livro notificou a Editora Fruto Proibido após imagens de um homem vestido com a máscara do “Ghostface”, personagem da franquia “Pânico”, beijando e seduzindo jovens no estante da marca viralizar nas redes sociais.

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Em algumas gravações, ele aparece realizando ações de cunho sexual e, em uma delas, beija uma mulher que estava no local.

O caso teria ocorrido na sexta-feira (4/9) e também no domingo (6/9) durante a 28ª edição da Bienal do Livro, em São Paulo.

Em nota, a Bienal do Livro lamentou o ocorrido. “A Bienal Internacional do Livro de São Paulo esclarece que o episódio ocorrido no interior do estande de um de seus expositores não integra a programação nem ação oficial, promovida ou autorizada pela organização do evento”, afirmou a organização.

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Fruto Proibido se manifesta e diz que não contratou o homem

A Editora Fruto Proibido publicou nessa terça-feira (8/9), nos stories do Instagram, uma nota de esclarecimento afirmando que não contratou, convidou ou pediu a presença de homens mascarados no estande durante o evento.

Ainda segundo a nota, a editora disse que a “passagem [do homem] aconteceu de forma espontânea e foi inicialmente recebida pela equipe e pelo público como um momento de descontração.

Confira posicionamento da Fruto Proibido

A Editora Fruto Proibido vem a público esclarecer uma situação ocorrida em nosso estande durante a Bienal. Imagens e vídeos envolvendo uma pessoa mascarada que esteve em nosso espaço ganharam repercussão nas redes sociais, acompanhados de interpretações de que sua presença teria sido organizada pela editora. Esclarecemos que a Fruto Proibido não contratou, convidou ou solicitou a presença dessa pessoa.

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Até aquele momento, não conhecíamos sua identidade nem tínhamos conhecimento sobre situações relacionadas à pessoa por trás da máscara.

Sua passagem pelo estande aconteceu de forma espontânea e foi inicialmente recebida pela equipe e pelo público como um momento de descontração. Foram feitas fotos, vídeos e conteúdos, assim como aconteceu com outros visitantes. As poses e interações registradas ocorreram a pedido e com a participação das próprias pessoas que se aproximaram para tirar fotos.

Quando percebemos que a situação havia tomado uma proporção diferente, nossa equipe passou a solicitar a identificação das pessoas envolvidas.

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Infelizmente, naquele momento, a situação já havia saido do nosso controle.

Reforçamos que a Editora Fruto Proibido não compactua ou endossa quaisquer atitudes atribuídas à pessoa por trás da máscara, especialmente fatos dos quais não tinhamos conhecimento no momento dos registros.

Lamentamos profundamente toda a repercussão e qualquer desconforto causado à nossa comunidade, leitores, autores e parceiros.

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O ocorrido nos serve de aprendizado.

Redobraremos nossos cuidados e adotaremos critérios mais rigorosos para interações e gravações realizadas em nosso espaço durante eventos, buscando evitar que situações semelhantes voltem a acontecer.

A Fruto Proibido preza por um ambiente seguro, respeitoso e acolhedor para todos.