Na tarde desta terça-feira, o consórcio que reúne as sete prefeituras da região do ABC Paulista, decidiu que nenhuma escola vai retomar as aulas presenciais no dia 1º de fevereiro, como divulgou o governo do Estado. A região é formada pelas cidades de Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra.
De acordo com o consórcio, a retomada das aulas presenciais nas escolas particulares, municipais e estaduais vai ficar condicionada à disponibilidade da vacinação contra a Covid-19, que é prevista para começar no próximo dia 25 de janeiro.
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Ainda de acordo com o consórcio, caso a vacinação realmente seja iniciada na data divulgada, a expectativa dos prefeitos do ABC é que as aulas presenciais na rede particular seja iniciada no dia 18 de fevereiro. Já a rede pública iria retomar as aulas no dia 1º de março.
Caso a vacinação não aconteça a partir do dia 25, uma nova assembleia dos prefeitos será convocada e as novas datas serão definidas.
“A perspectiva é muito positiva para o início da vacinação, ainda que não no ritmo que todos gostaríamos, mas vamos trabalhar com essas duas datas. As escolas estão se preparando e as cidades estão se preparando dentro de todos os critérios e protocolos já estabelecidos. Nas sextas-feiras, só aula virtual e aquele rodízio durante a semana, para que as aulas voltem com segurança”, disse Paulo Serra, prefeito da cidade de Santo André.
Rede estadual.
O governo do Estado definiu a volta às aulas presenciais para o dia 1º de fevereiro na rede estadual, mesmo se houver piora na pandemia do coronavírus. Para isso, a gestão estadual mudou uma definição do Comitê de Combate à Pandemia. Até então, os alunos da Educação Básica voltariam apenas nos municípios em fase pelo menos amarela do Plano de Flexibilização da quarentena contra o coronavírus.
“A partir do dia 26 de janeiro entraremos em uma semana de planejamento com os professores, diretores e equipes escolares para tratar dos cuidados e preparativos para a retomada. Serão mais de 200 mil profissionais envolvidos diretamente com o retorno. Aqueles que são grupos de risco permanecem afastados, com educação à distância, e, obviamente a gente vai estar trabalhando com rodízio, especialmente nas duas primeiras semanas com até um terço dos alunos em sala por dia”, disse Rossieli Soares, secretário estadual de Educação.
