Estado de São Paulo já tem 110 casos de ‘Flurona’

Apesar do aumento de casos, especialistas explicam que a 'codetecção' não significa que a pessoa possui os dois vírus atuando simultaneamente no corpo

Ilustração do Coronavírus

Ilustração do Coronavírus | Fusion Medical Animation/Unsplash

Os chamados casos de “Flurona”, como ficaram conhecidas as infecções simultâneas por Covid e Influenza, têm atingido todo o território paulista. É o que aponta levantamento divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde nesta terça-feira (4), no qual 110 paulistas aparecem com este diagnóstico.

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O mesmo estudo mostra que a cidade de São Paulo representa grande parte das infecções, com 59 registros no total. Também nesta terça, a prefeitura da Cidade divulgou que 24 novas infecções ocorreram nos últimos dias.

Tais infecções contabilizam apenas os casos de pessoas que passaram por hospitais ou unidades de saúde e que realizaram algum tipo de teste comprobatório, seja teste rápido ou do tipo PCR. O texto conta com informações do g1.

Apesar de os resultados de testes apontarem resultado positivo para ambas as doenças, é possível que a pessoa não esteja infectada por ambos os vírus ao mesmo tempo. Isso porque os testes podem identificar pedaços antigos dos vírus, segundo especialistas.

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“Os métodos para identificar vírus no nosso corpo, como o teste PCR, são muito sensíveis. Eles detectam facilmente pedaços do vírus que não necessariamente estão trazendo infecção ou doença para o indivíduo. Essa codetecção é muito frequente, mas não significa que os dois vírus estão agindo no corpo”, explicou o infectologista Renato Kfouri, diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), em entrevista ao g1.

Ômicron responde por metade dos casos de Covid na Capital

A cidade de São Paulo divulgou nesta terça (4) um novo levantamento sobre a representatividade da cepa ômicron nos novos casos de Covid detectados semanalmente no Município. Os resultados apontam 50% de prevalência para a variante ômicron do novo coronavírus, considerada mais transmissível, na capital paulista.

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Infecções causadas pela ômicron, entretanto, representam casos menos graves quando comparadas com as provocadas pela delta, segundo um estudo americano.