VÍDEO: GCMs são agredidos durante ação em Osasco

O estabelecimento foi lacrado por descumprir uma lei municipal, que determina o horário de funcionamento de bares até a meia-noite

No momento da ação, cerca de 200 pessoas se aglomeravam em frente ao local, no bairro Vila Menck

No momento da ação, cerca de 200 pessoas se aglomeravam em frente ao local, no bairro Vila Menck | Reprodução

Nesta madrugada, em Osasco, na Grande São Paulo, o dono de uma adega de bebidas e um cliente foram presos após terem supostamente agredido guardas civis municipais (GCM), quando os agentes cumpriam notificação que determinava a lacração do estabelecimento.

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Veja vídeo: 

 

No vídeo é possível ver o momento em que pelo menos três guardas também agrediram o comerciante, de 24 anos.

O estabelecimento foi lacrado por descumprir uma lei municipal, que determina o horário de funcionamento de bares até a meia-noite. No momento da ação, cerca de 200 pessoas se aglomeravam em frente ao local, no bairro Vila Menck.

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Confusão generalizada

Em seu depoimento à Polícia Civil, o agente Lucas Bezerra da Silva afirma que foi acompanhar a entrega da notificação para lacrar a adega. O guarda diz que o proprietário “revoltou-se” com a determinação judicial e teria ofendido os GCMs.

O comerciante teria então partido para cima do GCM André Silva de Souza com cabeçadas e chutes, provocando um sangramento no agente. O texto conta com informações do Metrópoles.

Lucas afirma que teria tentado apartar as agressões e foi alvo de “mordidas e arranhões”, que resultaram em “lesões corporais nas mãos e pescoço”. O dono da adega foi contido e, quando ia ser algemado, ainda teria derrubado uma GCM feminina com um chute.

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Enquanto o comerciante era abordado e contido pelos guardas, um cliente teria xingado os agentes com palavras de baixo calão, conforme registros policiais.

Quando Lucas tentou ajudar a colega caída, ele afirma que o segundo agressor teria se aproveitado da situação. O guarda diz ter sido agredido nesse momento, pelas costas. O suposto agressor também foi contido, preso e levado ao 5º DP de Osasco.

Doença sexualmente transmissível

Na delegacia, o dono da adega “ainda ficou debochando” dos guardas, segundo o depoimento do GCM, “rindo e falando que possui doença sexualmente transmissível”, alertando para que quem ele arranhou ou mordeu, tomar cuidado.

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Os guardas não mencionaram à Polícia Civil que também reagiram às agressões, como mostram as imagens captadas pela câmera de monitoramento.

Durante a confusão, clientes teriam jogado garrafas nas viaturas. Depois da prisão do comerciante e do outro suspeito, a guarda afirma ter usado gás de pimenta, além de dar tiros de bala de borracha para o alto para dispersar a multidão, que teria ficado exaltada com as prisões.

Ambos foram indiciados por lesão corporal, desacato e resistência.

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*Texto sob supervisão de Diogo Mesquita