Nos cabelereiros, nas araras de roupa, nos acessórios, as cores verde lésbico e vermelho bissexual saíram das redes sociais e se materializaram no cotidiano.
Entenda por que alguns tons de verde e vermelho levam esses nomes e como essa tendência surgiu.
O que é o verde lésbico?
O termo ‘verde lésbico’ se popularizou nas redes sociais em 2024 e é usado desde então. O código visual associa tons de verde musgo, verde escuro e oliva às sáficas, principalmente às lésbicas.
Nessas redes, pessoas LGBTQIAPN+ se identificaram com a ideia de que mulheres lésbicas, com frequência, gostam e usam a cor. O verde lésbico conectou diferentes contextos e pessoas.
Até mesmo a Suvinil, por exemplo, adotou o termo e tem uma seleção de cores nessa paleta. A Risqué lançou o esmalte “Guerreira do Arco-íris” com o tom.
Mais que o verde lésbico, algumas pessoas se identificaram com a teoria da ‘sapatão terracota’. Os tons usados por essas sáficas são pouco saturados e terrosos.
O que é o vermelho bi?
Da mesma forma que o verde lésbico, o vermelho bissexual também surgiu nas redes sociais, principalmente X (antigo Twitter) e TikTok. Os tons associados a esse código visual são: vermelho marsala, cereja, maçã do amor, entre outros.
A teoria surgiu a partir da observação de que pessoas bissexuais costumam usar o vermelho bi nos cabelos, nos esmaltes, nas roupas e nos acessórios.
As marcas também participaram da trend do vermelho bissexual:






