O Consórcio Rota Mogiana arrematou a concessão da Rota Mogiana em leilão realizado nesta sexta-feira (27/2). O grupo é formado pelas empresas Azevedo & Travassos e Quimassa Infraestrutura.
A ganhadora superou nomes tradicionais como Motiva e EPR e ofertou uma outorga fixa de R$ 1,084 bilhão ante um valor mínimo de R$ 580 mil, configurando um ágio de mais de 187.000%.
A concessão prevê cerca de R$ 9,4 bilhões em investimentos na rodovia, no trecho que corta 22 municípios desde a região de Campinas até a divisa com o sul de Minas Gerais. São 520 quilômetros de extensão passando por nove municípios da região de Campinas.
Agora, as empresas serão responsáveis pela operação, manutenção e ampliação da malha viária da Rota Mogiana pelos próximos 30 anos.
Melhorias
Segundo o governo paulista, a operação pretende viabilizar as duplicações de mais de 217 quilômetros de estradas, além da implantação de 138 quilômetros de faixas adicionais e mais 86 quilômetros de novas vias marginais.
Ainda conforme o governo, estão previstas duplicações de mais de 217 quilômetros em rodovias estratégicas, como SP-107, SP-215, SP-333, SP-338, SP-340, SP-342, SP-344 e SP-350. Também serão implantados 138 quilômetros de faixas adicionais e 86 quilômetros.
O projeto inclui ainda a construção de 58 novas passarelas para pedestres e 129 novos dispositivos de interseção, além de vias locais.
