No litoral de São Paulo, há praias que não podem ser acessadas livremente. Em alguns casos, o visitante precisa se cadastrar, aguardar autorização ou respeitar o número máximo de pessoas permitidas.
A seguir, entenda os principais motivos que fazem com que certas praias paulistas tenham regras específicas ou acesso restrito.
Praias em condomínios fechados
O litoral de São Paulo já possui praias com acesso controlado por estarem localizadas em loteamentos privados. É o caso da praia de Iporanga, que fica dentro do condomínio de mesmo nome.
O visitante precisa se identificar na portaria, aguardar vaga de estacionamento (há limite diário de veículos) e o acesso de carro pode ser afetado pelo número de vagas ou pela interdição de estradas de acesso.
Já em Tijucopava, há relatos de estradas interditadas desde fevereiro para reparos, obstáculos na cancela de entrada ao loteamento, exigência de identificação e controle de visitantes.
Casos parecidos acontecem na Praia de São Pedro, Praia do Sorocotuba, Praia do Éden e Praia das Conchas. Todas ficam localizadas no Guarujá.
Praias em área militar
No litoral de São Paulo, algumas praias estão localizadas dentro de áreas militares, o que restringe o acesso público.
Por exemplo, a Praia do Moisés, no Parque Ecológico e Militar do Forte dos Andradas (Guarujá), só pode ser frequentada por pessoas autorizadas, sob riscos de sanções criminais, assim como as praias do Bueno e Uça.
Outra praia com acesso restrito é a Praia da Ponta do Monduba, que exige solicitação prévia ou estar em uma lista de visitantes elaborada pelos militares para permitir a entrada.
Esses locais são restringidos para garantir a proteção ambiental e o controle de segurança. Visitantes interessados devem sempre buscar autorização oficial antes de tentar acessar essas áreas para evitar riscos legais e físicos.
Praias impróprias para banho
De acordo com o último relatório semanal da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), o litoral de São Paulo está com 50 praias impróprias para banho, enquanto 128 permanecem próprias.
A praia é considerada imprópria quando a água do mar apresenta mais de 100 colônias de bactérias para cada 100 mililitros de água. Se não for recomendado pela Cetesb, o local é sinalizado com uma bandeira vermelha.


